publicado em
3 Julho 2008 às 8:31

por Ana Roque

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Ingrid Betancourt foi libertada após seis anos de cativeiro

Para responder à pergunta (retórica, claro) da minha amiga Catarina, a libertação da senadora colombiana Ingrid Betancourt, de três norte-americanos e de 11 oficiais sequestrados pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) merece destaque no panorama da luta pelos direitos humanos e, em particular, pela liberdade de expressão. Ingrid Betancourt Pulecio nasceu em Bogotá, a 25 de Dezembro de 1961), e é franco-colombiana. Na qualidade de senadora e activista anticorrupção franco-colombiana, tornou-se uma voz destacada na América Latina. Foi raptada pelo grupo terrorista FARC em 23 de Fevereiro de 2002 enquanto fazia campanha para as eleições presidenciais e permaneceu cativa até o dia 2 de Julho de 2008, data em que finalmente foi libertada juntamente com outros catorze reféns.

A luta contra o narco-tráfico, a corrupção e a repressão terrorista é um interesse da humanidade. Por isso, vale a pena saber quem é esta mulher. Uma notinha especial para a Catarina: Ingrid é mãe de dois filhos, um rapaz e uma rapariga, hoje no final da adolescência, que têm feito campanha pela libertação da mãe; ao fim e ao cabo, as FARC afastaram-na deles durante seis anos… és capaz de (te) imaginar?


4 opiniões ↓

#1 Nolasco em 07.03.08 às 11:17

Buena Noticia

#2 Ana Roque em 07.03.08 às 12:15

Sin duda :)

#3 catarina campos em 07.03.08 às 16:16

Desculpa se pareço insensível, não sou de todo e claro que é uma história hororrosa que acaba bem (para variar, infelizmente grande parte delas acaba mal). Não me consigo imaginar, não, é demasiado terrível, tremendo, horrível. Tal como mais milhares e milhares de desgraças no mundo…como sabes, eu tenho este meu feitio torto e, de repente, vi a blogsfera toda a chorar de alegria por quem eu nunca nunca nunca tinha visto uma referênciazita que fosse…pareceu-me uma daquelas coisas meio moda, meio crocodilo.
beijinhos e obrigada, minha querida Ana.

#4 Ana Roque em 07.03.08 às 18:06

Querida Catarina, nem precisavas de te justificar; que a pergunta era mesmo só retórica, era evidente ;)
Um abraço

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