Bem vindo, caro leitor
O artigo contendo o que procurou em www.google.pt, "igualdade de oportunidades conhecer a situação", encontra-se abaixo. Permita-me sugerir ainda os seguintes textos seleccionados com base na sua pesquisa (sem esquecer a pesquisa interna, no menu de topo):
Inclusão das pessoas com deficiência: estratégia comunitária sobre a igualdade de oportunidades
Igualdade de Oportunidades no Envelhecimento
Parlamento Europeu: 50 anos de defesa dos direitos da mulher
PE: Roteiro para a igualdade entre homens e mulheres
Língua gestual portuguesa: igualdade de oportunidades
Igualdade de oportunidades na UE
A Europa tem leis rigorosas para lutar contra a discriminação, mas a igualdade de tratamento ainda está longe de ser uma realidade. A Conferência sobre discriminação, que decorreu há dias em Paris, põs em destaque o fosso existente entre a legislação em vigor e a prática e constituiu uma oportunidade para fazer o ponto da situação neste domínio.
O mercado de trabalho continua um terreno fértil em desigualdades: em média, as mulheres ganham menos 15 % do que os homens (menos 25 % no sector privado) e estão menos presentes nos lugares de topo. Apenas 50 % das pessoas portadoras de deficiência têm um emprego, enquanto que na restante população essa proporção é de 68 %. E tanto os mais novos como os mais velhos se queixam de ser discriminados por causa da sua idade.
Estes grupos também são vítimas de tratamento discriminatório no domínio dos cuidados de saúde, ensino, serviços sociais e alojamento. Em Julho, a Comissão Europeia apresentou uma proposta de directiva para reforçar a protecção nestas áreas, em complemento da regulamentação já em vigor que proíbe a discriminação no mercado de trabalho.
Mas a luta contra a discriminação não se pode limitar à adopção de legislação eficaz: há que mudar padrões de comportamento profundamente enraizados e práticas institucionais e profissionais de longa data. Por outro lado, nem sempre é fácil conhecer com rigor a situação em termos de discriminação na Europa, uma vez que os países da UE têm métodos diferentes de recolha de dados, tornando as comparações difíceis ou mesmo impossíveis.
No entanto, de acordo com os resultados de um inquérito recente , os europeus consideram que a forma mais comum de discriminação na UE é a discriminação com base na raça ou na origem étnica, que tem tendência para aumentar. Os outros tipos de discriminação estarão a diminuir (idade ou sexo) ou, pelo menos, a estabilizar (orientação sexual).

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